Na “Cúpula da AMBIÇÃO do Clima” [sim, o nome oficial foi este mesmo], participantes de todo o mundo ouviram António Guterres aterrorizar os países e, irresponsavelmente, querer que o mundo declare “estado de emergência climático”. Como se não bastassem os traumas e efeitos físicos, psicológicos e psiquiátricos da Covid na população planetária, a ONU quer não só manter como ainda aumentar a paranoia, agora com um lockdown climático psicótico movido por achismos e cientificismo. Países pobres ou em desenvolvimento não podem e não devem aceitar uma imposição que, na verdade, vai torná-los ainda mais pobres e quebrar de vez com suas economias, já fragilizadíssimas com os resultados do vírus chinês. Crédito: Daniel Dickinson/UN News

No discurso de abertura da cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), no sábado (12), o Secretário Geral, António Guterres [socialista e inconsequente], pediu ao líderes globais que declarem “emergência climática” em seus países para fomentar ações que evitem um “aquecimento global catastrófico”.

Ao longo do dia, mais de 70 líderes mundiais falaram no evento virtual que pretendeu impulsionar ações que diminuam a emissão de gases e o efeito estufa no quinto aniversário do acordo climático de Paris, firmado em 2015.

O próprio nome do evento foi sugestivo: Cúpula da Ambição do Clima.

“Alguém ainda consegue negar que estamos enfrentando uma emergência climática?”, questionou Guterres por vídeo. “É por isso que hoje eu peço que os líderes mundiais declarem um estado de emergência climática em seus países até que a neutralidade em carbono seja alcançada”. Ou seja, algo que pode durar décadas!

Guterres disse que pacotes de recuperação econômica lançados após a pandemia de coronavírus representam uma oportunidade de acelerar uma transição rumo a um futuro de baixo carbono, mas alertou que isso não está acontecendo suficientemente rápido.

“Até agora, os membros do G20 estão gastando 50% mais em estímulos e pacotes de auxílio para setores relacionados à produção e consumo de combustíveis fósseis, que em energia de baixo carbono”, afirmou.

“Isso é inaceitável. Os trilhões de dólares cobrados para a recuperação da Covid é um dinheiro que estamos pegando emprestado com as futuras gerações”, acrescentou. “Não podemos usar estes recursos para estabelecer políticas que vão sobrecarregar essa próxima geração com uma montanha de dívidas em um planeta arruinado”.

“Aquecimento global catastrófico”; declarar “emergência climática” até que “a neutralidade em carbono seja alcançada” (ou seja, por DÉCADAS!); a ONU quer nos impor à força um lockdown ecoterrorista que nunca terá fim. Crédito: ONU

Na sexta-feira (11), o Reino Unido, coanfitrião da cúpula, anunciou que se compromete a acabar com o apoio governamental a projetos relacionados a combustíveis fósseis. Na cúpula, dados semelhantes vindos de outros países foram anunciados para acelerar a transição para energias mais limpas.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson [grande decepção entre os conservadores desde que assumiu o cargo], disse que se os países não seguirem juntos para reduzir radicalmente a dependência de combustíveis fósseis e de mudar as práticas agrícolas para reverter o processo através do qual a humanidade está, o planeta ficará em uma “cobertura de chaleira tóxica” de gases de efeito estufa.

“E ao mesmo tempo, podemos criar centenas, milhões de empregos, em todo o planeta à medida que nos recuperamos coletivamente do coronavírus”, disse Johnson.

Até o papa Francisco – grande “defensor” de uma Amazônia que nunca vai compreender ou respeitar de verdade em sua vida socialista – fez promessa: zerar as emissões do Vaticano até 2050. Crédito: Band News

Diplomatas de países como China, Índia e Japão assistiram aos discursos sem dar sinais de compromissos mais fortes com relação ao clima. 

No início de dezembro, o mesmo António Guterres – que já foi membro do partido socialista português -, em discurso na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, defendeu a reconfiguração das interações sociais para salvar o mundo do que chamou de “catástrofe climática”.

Para Guterres, a pandemia de coronavírus (Covid-19) oferece uma excelente oportunidade para a implementação de uma agenda de controle estatal “verde”.

“A humanidade está a fazer guerra à natureza“, disse o chefe da organização globalista. “Isso é suicídio. A natureza sempre revida – e já está fazendo isso com força e fúria crescentes“.

Este é um momento de verdade para as pessoas e para o planeta. COVID e o clima nos levaram a um limiar“, continuou Guterres. “Não podemos voltar ao velho normal de desigualdade, injustiça e domínio imprudente sobre a Terra. Em vez disso, devemos dar um passo em direção a um caminho mais seguro, sustentável e equitativo“.

Fonte: ONU News/Reuters/R7

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