A Black Lives Matter Global Network gastou US$ 4,5 milhões em consultores, viagens e compensação para sua equipe sênior, no mesmo período que deu apenas US$ 328.000 a grupos locais. “Vidas Negras Importam” para eles – enquanto dão lucro fácil para sua cúpula. BLM, que se propõe a “redistribuir riquezas entre brancos e negros”, nem mesmo conseguiu distribuir o dinheiro entre os seus. Crédito: Bill Whittle

Black Lives Matter (BLM) é uma organização que se anuncia como vindo de baixo, mas, na prática, junta reclamações entre suas fileiras por acumular “milhões de dólares desconhecidos” vindos de cima.

Como o próprio nome sugere, Black Lives Matter Global Network (BLMGN) tem alcance internacional. No entanto, representantes locais denunciam que não se beneficiaram da capacidade de arrecadação da rede global. Somente em junho de 2020, o BLMGN anunciou que estava lançando um fundo de US$ 6,5 milhões para apoiar suas filiais locais, tendo recebido um grande número de doações após a morte de George Floyd em 25 de maio de 2020.

No entanto, dez sedes locais do BLM emitiram uma declaração denunciando que “a maioria dos locais recebeu pouco ou nenhum apoio financeiro do BLMGN desde seu lançamento em 2013”.

“Durante anos houve uma investigação sobre as operações financeiras do BLMGN e não houve nenhum processo aceitável de transparência pública ou interna em relação aos milhões de dólares desconhecidos doados ao BLMGN, que certamente aumentaram durante este tempo de pandemia e rebelião“, disse o comunicado.

Gastos da Black Lives Matter

Ramificações locais, incluindo aqueles em Washington, D.C., Chicago e Filadélfia, disseram no comunicado que o BLMGN falhou em fornecer transparência financeira em torno dos “milhões de dólares desconhecidos” que colheu desde sua fundação em 2013. Em junho de 2020, a The Daily Caller News Foundation informou que a Black Lives Matter Global Network gastou US$ 4,5 milhões em consultores, viagens e compensação para sua equipe de julho de 2017 a junho de 2019, enquanto ao mesmo tempo fornecia apenas US$ 328.000 para grupos externos, como as células locais autônomas do BLM que realizam o trabalho do movimento.

A este respeito, a ex-diretora da BLM Global Network, Kailee Scales, respondeu que os números nas demonstrações financeiras de seu patrocinador fiscal “não refletem, por exemplo, apoio em espécie para grupos locais e arrecadação de fundos direcionada a grupos e presença programática em partes”.

“Esse trabalho foi feito por funcionários e consultores da BLM”, disse Scales. Mas as células locais do BLM disseram em sua declaração que apenas “grupos selecionados” foram convidados a se candidatar a esse fundo, que a BLM Global Network disse que forneceria aos grupos afiliados doações de até US$ 500.000.

Associação do BLM com o comunosocialismo

A declaração também alega que a co-fundadora da BLM Global Network e único membro do conselho, Patrisse Khan-Cullors, recentemente “tornou-se CEO contra a vontade da maioria das partes e sem seu conhecimento”. Não é por acaso que Cullors se declara “marxista treinada” e entre os postulados do BLM está a implantação do “socialismo racial”, ou seja, são promotores da redistribuição da riqueza, mas não a distribuem entre os mais desfavorecidos, mas apenas entre os hierarcas, como geralmente acontece quando o socialismo chega ao poder.

Organizações locais também afirmam que o BLM não pode participar do processo democrático de tomada de decisão do movimento. A hierarquia da organização se desvincula dessas células, conforme detalhado por Khan-Cullors em 2018, onde fica estabelecido que elas são responsáveis ​​pela execução da missão do movimento.

“Nós impactamos o mundo; Black Lives Matter Global Network, uma equipe composta principalmente por jovens mulheres negras e mulheres que desafiam a cultura para viver de acordo com nossa resiliência. Nós evoluímos de uma frase, para uma hashtag, para uma rede global”, disse Khan-Cullors. “Este trabalho está sendo feito por nossos grupos, cuja liderança abrange o país e o mundo”.

Outra co-fundadora do BLM, Opal Tometi, disse ao The New Yorker no início de junho que os grupos afiliados do BLM “são os que lideram” o movimento. “Sempre foi uma coisa descentralizada”, disse Tometi. “Tentamos várias estruturas, mas sempre dissemos que o poder continua nas células locais porque elas sabem o que está acontecendo e são elas que estão familiarizadas com o terreno”.

O compromisso de Tometi (uma das três fundadoras do BLM) com o socialismo internacional é evidenciado no fato de que ela condecorou Nicolás Maduro no Harlem e viajou pessoalmente à Venezuela para participar como inspetora das eleições parlamentares de 2015, onde chamou de “contra-revolucionária” a oposição.

Finalmente, os próprios grupos locais do BLM reprovam que grande parte da arrecadação de fundos foi feita pedindo aos apoiadores de seu movimento que “doassem diretamente para os grupos locais, que representam a linha de frente do Black Lives Matter”. No entanto, esses recursos nunca chegam aos que colocam o corpo nas ruas, mas sim aos que se enriquecem fazendo lobby internacional.

A hipocrisia da BLM

A situação lembra o que é descrito em Farm Rebellion [A Revolução dos Bichos], de George Orwell, onde o autor exemplifica o socialismo aplicado aos animais de fazenda que se rebelam contra a exploração dos humanos e acabam agindo como eles.

Essa é a história do comunosocialismo em todas as suas variantes, onde um Hugo Chávez deixa a sua filha María Gabriela uma herança de 4 bilhões de dólares e Fidel Castro citou sua riqueza em 9 bilhões no final de seus dias, enquanto eles deixavam suas populações inteiras empobrecidas.

Hoje, Black Lives Matter (BLM), que se propõe a “redistribuir riquezas entre brancos e negros”, nem mesmo conseguiu distribuir o dinheiro entre os seus….

Fonte: Mamela Fiallo Flor/PanAm Post;

Tradução e adaptação: Redação Verdades e Nada Mais

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