No México, Obrador parece querer se associar com cartéis. Na Argentina, Fernández acha que pode resolver a fome com baseados! O que os 2 têm em comum? São comunosocialistas! Crédito: Getty Images

O Senado do México aprovou no dia 19 de novembro a legalização da maconha no país. A autorização engloba tanto o uso “recreativo” quanto o medicinal.

Atualmente, apenas Canadá e Uruguai [o último tem sofrido os efeitos negativos da legalização, como o aumento significativo da violência relacionada com o tráfico – que continua controlando a distribuição e venda de narcóticos] têm leis similares para todo o território nacional. O México se tornará o país mais populoso a legalizar a droga nas duas modalidades. O texto ainda passará pela Câmara mexicana, antes de partir para a sanção do presidente Andrés Manuel Lopez Obrador [socialista].

A intenção dos congressistas é acelerar a tramitação do processo, para que a Casa Baixa aprove a legalização antes do final da sessão atual do Legislativo, que vai até a 2ª quinzena de dezembro. O texto ainda permite a exploração científica e industrial da cannabis, que é a planta da maconha.

O México trava uma batalha contra o tráfico de drogas há décadas. O país sofre com a proliferação de cartéis de narcotráfico, que matam mais de 25.000 pessoas por ano, cerca de 70 homicídios diários ligados ao crime organizado.

Desde 2006, sob o comando de Felipe Calderón, que a presidência trava uma guerra pública contra os cartéis, que já somam mais de 130 no país. Um dos principais traficantes mexicanos, Joaquín “El Chapo” Guzmán, foi preso em 2016 e extraditado para os Estados Unidos no ano seguinte.

Argentina

O presidente da Argentina, Alberto Fernández [esquerdista], assinou decreto no dia 12 de novembro liberando o autocultivo de cannabis para fins terapêuticos. O texto também permite a venda de óleos e derivados das plantas em farmácias e põe fim à criminalização do cultivo para uso medicinal.

“A fim de dar uma resposta equilibrada entre o direito de acesso à saúde e a segurança sanitária, este regulamento estabelece 1 registro específico para os utilizadores que cultivam cannabis para fins medicinais, terapêuticos e/ou paliativos, bem como promove também a criação de uma rede de laboratórios públicos e privados associados que garantam o controle dos derivados produzidos“, afirma o decreto.

No texto, Fernández diz ser “inadiável criar 1 marco regulatório que permita o acesso oportuno, seguro, inclusivo e protetor aos que necessitam utilizar cannabis como ferramenta terapêutica“. Antes da nova legislação, os argentinos que portassem sementes e plantas de maconha poderiam ser punidos com até 15 anos de prisão. Além disso, o uso medicinal era restrito a pessoas com epilepsia refratária.

Para ter o uso liberado, é necessário que o paciente complete o formulário do Registro Nacional de Pacientes em Tratamento com cannabis (Recann). A prescrição médica é obrigatória.

“Os pacientes poderão se inscrever para obter a autorização de cultivo para si, através de 1 familiar, uma 3ª pessoa ou uma organização civil autorizada pela Autoridade de Aplicação”. Argentinos que não tiverem plano de saúde ou de assistência social terão acesso ao tratamento de forma gratuita, esclarece o decreto.

Fonte: Poder360

Resumindo a situação dos 2 países, sob comando de comunosocialistas: O México “oficial” vai se associar ao México do submundo, os cartéis continuarão “trabalhando” e aumentarão ainda mais seu poder. Já a Argentina, que até então não tinha “fama” dentro do narcotráfico e narcoterrorismo internacional, agora abre “oportunidades” para cartéis por toda região. No país que mais tempo está em lockdown no mundo, cuja economia obriga pessoas desenterrarem descartes de frango ESTRAGADO para se alimentarem, o poste de Cristina Kirchner assina um “decreto urgente” que libera o uso terapêutico da maconha. Segundo o próprio Alberto Fernández, “inadiável criar 1 marco regulatório que permita o acesso oportuno, seguro, inclusivo e protetor aos que necessitam utilizar cannabis como ferramenta terapêutica”. Ao invés de comida, oferece a “larica”. Com tantos problemas de saúde física, mental e social que a população argentina está submetida, de Covid à depressão, fome e desesperança, o baseado é solução para a esquerda…

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