Documentário “Francesco” entra em cartaz nesta quarta-feira (21) em Roma. Semana que vem nos EUA. O Papa Bergoglio e suas polêmicas “causas progressistas”, infindáveis. Crédito: Vatican News

[Nota: Antes de mais nada, fica a pergunta que não quer – e não vai – calar: Quando é que este Papa vai defender os fiéis da Igreja da qual ele é o sumo pontífice, os cristãos, que já é O POVO MAIS PERSEGUIDO DO MUNDO??? Papa Bergoglio vira as costas para o povo de Cristo, confirmando cada vez mais o conluio com a Nova Ordem Mundial, com os Globalistas e a “religião da Mãe Terra”. E ele mesmo quer ser o novo escolhido para liderar a Pachamama. Confirme e se estarreça com o trailer ao final da matéria.]

A posição oficial do Vaticano em relação à união civil entre pessoas do mesmo sexo continuava sendo a que foi estabelecida em 2003, durante o pontificado de João Paulo II. Naquela ocasião, a Congregação para a Doutrina da Fé, dirigida pelo futuro papa Joseph Ratzinger, publicou um documento intitulado Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais. “A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais”.

Entretanto, nesta quarta-feira (21), o Papa Francisco, em uma declaração desconcertante, destacou a necessidade de apoiar a criação de leis que protejam a união civil entre homossexuais. As palavras do Papa estão em um documentário lançado nesta quarta (21) em Roma, dirigido pelo russo Evgeny Afineevsky. “Os homossexuais têm o direito de estar em uma família. São filhos de Deus e têm direito a uma família. O que temos de fazer é criar uma lei de uniões civis. Assim, eles estão legalmente cobertos. Eu apoiei isso”, diz o papa Francisco na película.

Não é a primeira vez que o argentino Jorge Mario Bergoglio se pronuncia nesse sentido. Provavelmente, foi a isso que o próprio Pontífice se referiu no documentário ao assinalar: “Eu apoiei isso”. Porém, é a primeira vez que Francisco manifesta um apoio tão claro e direto a esse tipo de união desde que foi eleito Papa, em 2013. A referência explícita à “família” amplia um conceito até agora tabu para a Igreja em relação à convivência entre pessoas homossexuais. A nacionalidade russa de seu entrevistador, além disso, leva a crer que o Papa pense em lugares onde não só não existem tais leis, como também os homossexuais são criminalizados.

A nova declaração de Francisco, feita em um momento de profunda cisão ideológica na Igreja, surpreende pelo contexto em que surge. “É parte de seu processo de abertura”, opina Lucetta Scaraffia, historiadora e especialista em questões sociais e da mulher na Igreja. “Suponho que [a declaração do Papa] criará problemas dentro da Igreja e no mundo político. Talvez fosse necessário fazer isso de forma mais detalhada e como uma transição, é como se faltasse uma passagem até chegar aqui”, disse.

Apesar da posição “progressista” [comunosocialista mesmo, é fato consumado!] do Papa Francisco, a doutrina da Igreja sobre o tema permanece igual, conforme Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 2357.

O documentário “Francesco” estreia em Roma nesta semana e nos Estados Unidos na semana que vem. Em determinado trecho, o argentino Bergoglio ataca diretamente o presidente norte-americano Donald Trump e a todos os cristãos conservadores, demonstrando claramente sua ávida defesa e gula do “governo mundial”, com ele mesmo, o falso Papa “Francisco”, na disputa do pódio global.

O filme sendo lançado exatamente na reta final das eleições norte-americanas não pode ser por acaso. O Papa vive afirmando que não se intromete em questões políticas, fazendo política descaradamente. Afirma desejar o “amor, a união e a fraternidade mundial” – demonstrando ódio, rancor e inveja pela civilização que existe há milênios antes dele; excluindo e SEGREGANDO os seguidores de Jesus Cristo, da Santíssima Trindade e da Virgem Maria da sua religião exclusiva, a “Pachamama”; por fim, unindo as demais partes para, depois, exterminá-las!

Nenhuma palavra sobre igrejas incendiadas, vandalizadas, destruídas. Nenhuma palavra sobre o inexplicável acordo com o Partido Comunista Chinês (que combate e PROÍBE o cristianismo). Nenhuma palavra sobre o bizarro escândalo envolvendo os Biden. “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”, dizia o vermelho Lênin. Bergoglio aprendeu direitinho… diz até que “comunistas pensam como os cristãos”.

Só não vê quem não quer.

Fonte: Daniel Verdú/El País

Assista ao trailer de “Francesco”:

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