Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. Crédito: Andre Borges/Metrópoles

Organizações “Não Governamentais” – com acesso franqueado a milhões governamentais – viram a fonte secar no governo Bolsonaro. Em 2018, último ano de Michel Temer, só quatro ONGs embolsavam R$ 80,1 MILHÕES do Ministério do Meio Ambiente, segundo fonte da pasta. O fim da farra, “turbinada” ao extremo em governos do PT, explica a pancadaria no ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. De decisões do Conselho Nacional do Meio Ambiente à fusão do Ibama e ICMBio, tudo vira alvo de desconstrução. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Uma das ONGs favorecidas, a conceituada Imazon, recebeu R$ 25,6 milhões em 2018, último ano do “bem bom” com o dinheiro público.

Outra estrela da constelação de ONGs que faturavam muito, o Ipam recebeu R$ 23,4 milhões, mas o combinado eram R$ 24,9 milhões.

Entre as quatro ONGs milionárias, a ISA foi a única a receber o total previsto do governo: nada menos que R$ 19,7 milhões.

Já a ONG ICV, outra que se beneficia de dinheiro governamental, recebeu “apenas” R$ 11,4 milhões do total previsto de R$ 16,4 milhões.

Fonte: Cláudio Humberto/Diário do Poder

4 comentários em “Mal humor de ONGs milionárias coincide com o fim da farra com dinheiro público

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