Aos poucos vão cerceando tudo e todos. É necessário reagir enquanto há tempo. Crédito: Getty images

Como diz a antiquíssima frase, “de grão em grão, a galinha enche o papo”. Pois é exatamente assim que agem os globalistas e as esquerdas mundiais. Exigem uma concessão aqui, uma descriminalização ali, um “direito” a mais acolá, uma exceção cá, e vão empurrando sua agenda garganta adentro das populações, estáticas. Ultimamente, a “galinha” – com apetite insaciável – vinha ciscando e comendo pelas redes sociais: uma regulada aqui, uma perseguição ali, uma censurada cá, uma bloqueada acolá e, quando a sociedade virtual achava que tinha percebido, vem o golpe ainda mais contundente!

As redes sociais Twitter, Facebook, Instagram e YouTube estão agora oficialmente unidas para combater o que chamam de “discurso de ódio”. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (23) pela Federação Mundial de Anunciantes [World Federation of Advertisers, WFA]. As plataformas seguirão uma série de diretrizes para que, em conjunto, possam monitorar – e até mesmo bloquear, cancelar – conteúdos que sejam considerados “prejudiciais”.

As “checagens” contarão com a colaboração de agências e profissionais de marketing através da Aliança Global para Mídia Responsável [Global Alliance for Responsible Media, GARM], que “concordaram em adotar um conjunto comum de definições para ‘incitação ao ódio’ e outros ‘conteúdos prejudiciais’ e colaborar com o objetivo de monitorar os esforços da indústria para melhorar nesta área crítica”, conforme o comunicado. Ainda segundo a federação, o acordo possui a intenção de “aumentar a segurança do consumidor e do anunciante”.

A resolução ocorre, segundo a WFA, após “pressão comercial” contra as plataformas. Nos últimos meses várias empresas teriam retirado anúncios no Facebook, por exemplo. Uma campanha na web, capitaneada pela esquerda (claro!), chamada Stop Hate for Profit [Dê um Basta no Ódio por Lucro, em tradução livre], queria que a rede tomasse atitudes a fim de acabar com o ‘ódio’ e a ‘desinformação’.

“A questão do conteúdo nocivo online tornou-se um dos desafios da nossa geração. Como financiadores do ecossistema online, os anunciantes têm um papel fundamental a desempenhar na promoção de mudanças positivas e estamos satisfeitos por ter chegado a um acordo com as plataformas sobre um plano de ação e cronograma para fazer as melhorias necessárias”, afirma o diretor-presidente da WFA, Stephan Loerke.

Facebook, Twitter e YouTube (Instagram também, obviamente) adotarão as seguintes medidas:

1) Estabelecer definições em comum contra “conteúdo prejudicial”;

2) criarão formatos de relatórios;

3) Desenvolverão ferramentas para melhorar o gerenciamento das campanhas publicitárias.

“O acordo inclui o desenvolvimento de critérios para detectar o discurso de ódio, o estabelecimento de uma supervisão independente e ferramentas para evitar anúncios com conteúdo prejudicial”, acrescentou a WFA.

Sem pormenores e obscura

Em sua nota à imprensa, a WFA comemorou a decisão tomada pelas plataformas. A federação, no entanto, não explica os critérios específicos que serão considerados para classificar uma postagem como “conteúdo prejudicial” ou “discurso de ódio”. Também não está claro qual papel os supostos anunciantes passam a ter sobre as atividades das redes sociais.

Detalhes de como serão feitas eventuais retiradas de publicações também não foram esclarecidos. Mas o comunicado deixa bem claro que trata-se da “primeira estrutura global de segurança e sustentabilidade”. Ou seja, o globalismo – inexistente, fruto da imaginação e mera teoria da conspiração para muitos até ontem – está se apresentando formalmente em ação, sem máscara ou disfarce, cerceando tudo e todos que estejam à direita de seus objetivos.

Numa consulta simples ao site da tal Aliança Global para Mídia Responsável (GARM), intrinsecamente ligada a WFA, salta aos olhos o apoio total à agenda esquerdista. E na seção “Nossos membros“, a GARM informa, junto da WFA, que é “a voz dos profissionais de marketing ao lado do cliente em todo o mundo”. Também aponta que é uma rede global única dos maiores mercados e maiores comerciantes do mundo”, representando “90% dos gastos de comunicação de marketing do mundo, o equivalente a aproximadamente US$ 900 bilhões por ano”.

Sem dúvida, seus clientes planetários vão muito além do que as marcas famosas ali divulgadas e os poderosos proprietários, CEOs e diretores – cuja maioria nem faz ideia do tipo de manipulação e controle aos quais estão sendo submetidos. Uma pesquisa mais apurada certamente encontraria beneficiários bem interessantes. Fica a dica!

Alternativas

Muitas pessoas vêm abandonando há tempos e por conta própria essas redes sociais de viés esquerdista e buscando alternativas para fugir da orquestrada perseguição aos conservadores. Uma das redes sociais que mais cresceu nos últimos meses é o Parler, totalmente avesso à censura e pró-liberdade de expressão, que conta com adesão de grandes nomes do Conservadorismo, como Donald Trump e Jair Bolsonaro. Outra rede em ascensão nos últimos dias é a Paatria, nacional e em constante atualização para seu público alvo, de direita.

Fonte: WFA/GARM/Conexão Política

Um comentário em “Liberdade de expressão nas redes sob risco máximo: Facebook, Twitter, Instagram e YouTube se unem oficialmente contra “discurso de ódio”

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