Imagem ilustrativa de foco de incêndio no Pantanal. Crédito: Mayke Toscano/Secom-MT

Não passa mais despercebido para ninguém que a maior parte da imprensa “imparcial” nacional noticia fogo em qualquer parte do mundo como incêndio, mas quando se trata do próprio país tudo vira “queimada”. A impessoalidade do legítimo jornalismo nas mãos de militantes se torna sensacionalismo proposital e irresponsável.

De fato, a situação atual em partes dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul é grave, devido a forte seca que ocorre nessa região. Todavia, qual é a verdade sobre esse cenário?

O Pantanal é a maior superfície inundável do planeta, com ciclos de seca e de cheia que se repetem anualmente. Porém, na última temporada de chuvas – que vai de novembro a março – a estiagem foi muito mais forte. A maior seca dos últimos 40 anos. Entretanto, vale destacar também que há 40 anos (1980), foram registrados seca e incêndios ainda piores naquela região.

Entenda com detalhes no vídeo abaixo, da Rural Business, como e por quê na região pantaneira se costuma dizer que “o boi é o bombeiro” do Pantanal e o perigo do incentivo de um êxodo definitivo dos rebanhos das planícies para a parte alta do bioma. Exatamente a ausência do “boi bombeiro” pode levar a incêndios ainda maiores no futuro.

Mas é claro que ambientalistas, ecologistas, ONGs e “cientistas” formados em alguma universidade socialista deste planeta vão ilustrar matérias com viés científico ralo, divulgadas obviamente por aquela imprensa – mais socialista ainda – que ama produzir notícias ruins do Brasil -, afirmando que nada do que estamos dizendo é verdade. Fatos são somente os que eles “checam” entre eles mesmos, o resto é “fake” ou “meias-verdades” – das quais a parte verdadeira é a que eles lhe dirão.

Não perca um único segundo desta matéria, esclarecedora como nunca:

Curiosidade: O maior incêndio florestal do Brasil ocorreu no Paraná, com 2 milhões de hectares queimados em 128 cidades, de agosto a outubro de 1963. Os primeiros focos foram registrados a partir do dia 14 de agosto. Vítimas: 110 mortes e cerca de mil pessoas feridas, além de 8 mil imóveis destruídos e cerca de 5,7 mil famílias desabrigadas.

Fonte: Rural Business

4 comentários em “Nossa imprensa chama o fogo em outros países de incêndio, mas quando é aqui no Brasil tudo vira “queimada”

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